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ABIMOTA SUSPENDE GRANDE PRÉMIO

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A ABIMOTA - Associação Nacional das Indústrias de Duas Rodas, Ferragens, Mobiliário e Afins, enquanto entidade promotora do Grande Prémio ABIMOTA, decidiu suspender a realização desta clássica do do ciclismo nacional. Em conjunto remetemos na íntegra o comunicado veiculado por esta associação.

Comunicado:

Depois de uma análise profunda e na sequência da manutenção da suspensão das provas do calendário velocipédico nacional, até 31 de maio, pela Federação Portuguesa de Ciclismo, inserido no esforço nacional de contenção da pandemia do COVID 19, a ABIMOTA decidiu suspender a realização da prova na data para que estava programada, 10 de junho.

Entende a organização da prova que a data prevista está muito próxima da data limite de quarentena atualmente em vigor e uma prova com a dimensão do 41.º Grande Prémio ABIMOTA que, a partir de Lisboa, percorreria grande parte da Região Centro poderia trazer riscos que, de forma alguma entende serem de assumir, quando o que se solicita a todos é contenção e isolamento social.

A ABIMOTA não pode deixar de agradecer a todas as Autarquias e Patrocinadores que se tinham já associado ao evento e deseja que todos possam passar esta fase rapidamente e, com boa saúde, nos encontremos todos, num futuro próximo para, noutros moldes, levar a cabo o 41.º Grande Prémio ABIMOTA. 

A ABIMOTA, enquanto Associação Empresarial do Setor das Duas Rodas, lembra que as deslocações de bicicleta para o trabalho promovem o isolamento social, a saúde, o bem estar físico e protegem o ambiente.

O Secretário Geral - Gil Nadais

GP ABIMOTA final4ºet Arquivo 40º GP ABIMOTA - Junho 2019

A ABIMOTA solicitou e o Governo concordou

Lojas e oficinas de bicicletas podem continuar abertas.

A ABIMOTA congratula o Governo pela alteração introduzida na lista de negócios abertos durante o período de Estado de Emergência, integrado no combate ao COVID19.

Após publicação do Decreto 2-B/2020 de 02 de Abril,em Diário da República, o Governo introduziu "os estabelecimentos de comércio, manutenção ou reparação" de bicicletas na lista de negócios que se vão poder manter em funcionamento durante a vigência do Estado de Emergência, de acordo com o plano de combate ao COVID 19.

“O Governo português foi sensível aos argumentos apresentados e incluiu as lojas e oficinas ligadas ao setor das duas rodas, na lista de actividades fundamentais para a economia durante este período.” Referiu Gil Nadais, Secretário Geral da ABIMOTA.

"Esta decisão, vai de encontro ao que acontece em outros países, nomeadamente no Norte da Europa, em que há o entendimento que a utilização da bicicleta é uma forma de combater a actual situação de pandemia, pois evita a concentração de pessoas nos transportes públicos, simultaneamente promovendo a boa saúde e forma física.” Referiu ainda a mesma fonte.

Esta alteração é tanto mais importante, na medida em que o setor das duas representou 402.942.434,00 Euros em exportações no ano de 2019.

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Covid 19 provoca aumento de produção de bicicletas e componentes

Nos países da Europa, em que os governos não decretaram a paragem da atividade económica, devido à pandemia do Covid 19, a procura de bicicletas e e-bikes disparou, o que está a provocar uma procura elevada na produção nacional, estando algumas empresas a trabalhar a cem por cento, mantendo estritamente as regras de segurança para conter a propagação do vírus.

A necessidade de novas respostas no que à micro-mobilidade diz respeito, nomeadamente nos mercados centro e norte-europeus está a criar uma enorme pressão nos pontos de venda e como tal também na produção de bicicletas e e-bikes.

O público não confia nos transportes públicos, pois o ato de evitar concentração de pessoas e proximidade social é fundamental para controlar a propagação do novo Coronavirus. Por outro lado o uso, ou mesmo a aquisição do automóvel não se apresenta como opção para deslocações curtas e não só e por isso os mercados, com enfoque na Alemanha, aumentaram significativamente a procura de bicicletas e e-bikes.

Portugal é assim o local óbvio para responder às necessidades do mercado. Cadeias de distribuição curtas, capacidade de produção e a qualidade do produto final, são fatores que provocam e sobretudo aumentam a procura do nosso mercado, enquanto fornecedor.

Segundo Gil Nadais, Secretário-Geral da ABIMOTA, “neste momento o “cluster” das duas rodas tem empresas que, não descurando as preocupações com o combate ao Covid 19, estão a trabalhar a cem por cento da capacidade, para satisfazer a procura que algum mercado exige.”

“A capacidade de resposta e a criatividade das nossas empresas e empresários, está a ser testada e a resposta ao teste está a ser plenamente positiva.” Afirma o dirigente da ABIMOTA, que diz também “não podemos deixar de referir que este é o caso de algumas empresas que exportam para mercados onde as pessoas têm possibilidade de ir trabalhar, porque onde as restrições são maiores, o mercado está fechado e as empresas estão a paralisar”.

 

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Portugal Bike Value a caminho dos Países Baixos

Uma delegação de empresários ligados ao sector da mobilidade suave, liderada pela ABIMOTA, vai estar presente em Utrecht na Holanda, de 28 de Fevereiro a 1 de Março, participando no Bike Motion Benelux.

A presença da delegação portuguesa no Bike Motion Benelux integra-se no programa Portugal Bike Value Empresarial II, co-financiado pelo Portugal 2020, que com esta missão pretende que o setor nacional consolide a presença e reforce a capacidade e principais competências das empresas que produzem em Portugal, nos mercados Europeus.

Este é um dos principais eventos ligados ao sector da bicicleta que ocorrem no BENELUX. Segundo Gil Nadais, Secretário Geral da ABIMOTA, "Repetimos a nossa presença no Bike Motion Benelux, pois é um evento onde se reúnem na Holandas as principais marcas de bicicletas internacionais para apresentar os novos desenvolvimentos a nível de bicicletas, componentes e acessórios."

Mas mais do que uma reunião de fabricantes, este é um espaço dedicado a experiências e "onde são também apresentados os mais recentes desenvolvimentos em termos de tendências do setor do ciclismo bem como as últimas inovações no uso da bicicleta como meio de transporte." Remata o dirigente da ABIMOTA.

A presença dos empresários portugueses com o Projeto Conjunto de Internacionalização - Portugal Bike Value Empresarial II é uma forma de reforçar a competitividade das PME’s nacionais através da expansão de novos mercados de atuação, em particular no importante mercado do centro e norte da Europa.

Deve-se salientar que há uma tendência do mercado holandês para a adoção das bicicletas elétricas, que também chegou às MTBs (bicicletas de montanha), que estão a acolher um grupo cada vez maior de entusiastas que se encaixam nas características gerais do mercado na tendência de eletrificação que não dá sinais de parar. Este fenómeno reflete-se no volume de negócios, com a venda de bicicletas elétricas urbanas a voltar a aumentar em 60% em Janeiro de 2020, sendo que as e-MTB registaram um crescimento de 30%, no mesmo período. Esta evolução abre novas oportunidades para as empresas industriais portuguesas da mobilidade suave.  

Neste evento participam as seguintes empresas nacionais:, Esmaltina, Incycles, Interbike, Jasil, Miranda, NFTuned, Prototipe, Rodi, Tabor e Unibike.

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ABIMOTA nas Reuniões Europeias e Normalização de Bicicletas e Ferragens

A ABIMOTA vai, mais uma vez, representar Portugal nas reuniões dos Comités Técnicos de Normalização Europeia relacionados com Bicicletas e Ferragens, em Bruxelas, de 25 a 27 de Março.

Dia vão 25 decorrer as reuniões do Grupo de Trabalho de Ferragens (CEN/TC 33 WG4 – Building hardware) e do Grupo de Trabalho para Cargo-Bikes (CEN/TC 333 WG9 -Cargo bikes). O programa das acções segue no dia 26 com a reunião do Grupo de Trabalho relativo à definição de ensaios para novos materiais (CEN/TC 333 WG8 - Innovative materials used in the manufacturing of bicycles) e termina no dia 27 com a Reunião Plenária do Comité Técnico CEN/TC 333 – Cycles.

No âmbito das Ferragens estas reuniões assumem particular importância, numa altura em que se discute, a nível Europeu, a revisão do Regulamento dos Produtos da Construção (RPC (UE) N.º 305/2011) e os Mandatos Associados, nomeadamente o Mandato M101.

No caso das Bicicletas, destaca-se a elaboração da norma para as Cargo Bikes, a aprovação final da nova norma EN 17406 para a Classificação das Bicicletas, em função da utilização prevista e a nova norma para Bicicletas Elétricas de Montanha (E-MTB) com a norma EN 1704, entre outros assuntos relacionados com a definição de novos ensaios, como por exemplo, ensaios de fadiga para quadros em Fibras de Carbono.

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