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Gonçalo Manahu segue para o Estoril

No próximo fim-de-semana o piloto portuense vai trocar o Porsche pelo C1, com que vai participar na prova do troféu, no Autódromo Fernanda Pires da Silva.

Gonçalo Manahu, Bernardo Manahu, Tiago Freitas e Manuel Castro voltam a reunir-se para dividirem os comandos do Citroen C1 do Troféu que se vai disputar no Estoril, no próximo fim-de-semana.

“Estou com grande espectativa em torno desta prova. Na corrida anterior, provamos que podemos ser rápidos e consistentes, sempre que o carro não deu problemas, por isso, se o azar desta vez se mantiver afastado das portas do C1, acho que pelo menos poderemos ter uma palavra a dizer… Se não, é um fim-de-semana divertido, com o meu filho e amigos.” Comenta Gonçalo Manahu.

A prova do próximo fim-de-semana tem duração de seis horas.

Goncalo C1 

Gonçalo Manahu vence em Vila Real

 O piloto do Porsche 997 GT3, acompanhado de Manuel Castro, venceu os GT na prova do Open de Velocidade

“Foi o fim-de-semana perfeito.” começa por confidenciar Gonçalo Manahu, que recorda “corridas espectaculares, discutidas até ao fim e uma vitória bem saborosa, dois anos depois de ter vencido pela última vez em Vila Real.”

“A corrida de Sábado foi incrível. Estive sempre na luta pelos lugares da frente e consegui escapar às confusões que foram vitimando alguns dos meus adversários. Depois foi andar a fundo, forcei ainda para tentar cortar a meta em primeiro, mas o Audi já estava na frente, é um carro bem mais actual do que o Porsche e eu tinha perdido algum tempo a escapar aos toques. Terminamos em terceiro da geral e segundo nos GT.” Recorda o piloto portuense.

No Domingo foi disputada a segunda corrida sprint e mais uma vez o Porsche 997 estava na luta pela liderança. “O Manel (Castro) fez uma boa prova. Após uma partida não muito bem conseguida, foi recuperando várias posições e inclusivamente conseguiu "colar-se" ao nosso principal adversário, mas nessa altura a prova já estava perto do final e já não teve tempo para efectuar a ultrapassagem”. No final, Manuel Castro foi terceiro entre os GT e quinto da geral.

O programa do fim-de-semana ficou completo com a corrida de 40 minutos, que inclui uma paragem nas boxes sendo a posição da grelha fruto do resultado conjunto das duas corridas de qualificação. "Assim sendo, arrancamos na terceira posição e como a corrida era mais longa decidimos não arriscar na partida, para não comprometermos logo ali a prova. O Manel cumpriu perfeitamente essa tarefa e aos poucos foi ganhando lugares, Após a troca de pilotos, estavámos em quarto lugar da geral e em primeiro dos GT, ainda recuperei mais uma posição que nos permitiu terminar a prova em terceiro da geral e alcançar a desejada vitória na edição número 50 do mítico Circuito de Vila Real."

unnamed gmanahu vreal

Gonçalo Manahu… para lá do Marão

O piloto do Porsche 997 GT3 está de partida para Vila Real, onde vai participar no Campeonato Open de Velocidade.

Gonçalo Manahu começa por se confessar fã do circuito transmontano.

“É verdade, gosto do traçado e guardo boas e más recordações de Vila Real. Há dois anos ganhei, depois de uma jornada muito disputada, de corridas muito divertidas e por isso as recordações são muito boas. Há um ano tive um problema grave na caixa de velocidades, que me comprometeu todo o fim-de-semana, não fiz uma volta sequer… Este ano estou com fé de que vai correr bem!”

O Porsche 997 GT3 foi todo revisto pela Fabela Sport e as expectativas são boas, daqui para frente “vamos confiar que a má sorte é algo do passado. Estou ciente de que vamos ter uma jornada dura, a concorrência está melhor e mais forte do que nunca no Open e por isso as minhas expectativas são de fazer uma boa corrida e sobretudo de me divertir.” Remata Gonçalo Manahu.

Na próxima edição do Open de Velocidade Gonçalo Manahu vai ter a companhia de Manuel Castro, no que vai ser o reencontro de um trio (Manahu/Castro/Porsche) que também já foi feliz neste circuito.

Goncalo Manahu falperra 

Uma estreia aos “altos e baixos”

Gonçalo Manahu participou no fim-de-semana passado na prova do C1 Challenge, disputada em Portimão e a prova foi uma espécie de “carrocel de emoções”.

Uma equipa quase familiar, em que Gonçalo Manahu dividiu a condução do C1 com o seu filho Bernardo Manahu, com o companheiro de outas aventuras nos GT´s, Manuel Castro e com Tiago Freitas, uma “aquisição” de última hora, que provou ser acertada.

No sábado a corrida começou em “alto”, como nos conta Gonçalo:

“Foi uma estreia com excelente andamento e consistência. A equipa é muito homogénea, o carro estava com um excelente motor e o novo elemento da equipa, o Tiago Freitas, esteve em óptimo plano e na primeira prova, no primeiro quarto de hora passou de 15º para quinto!”

Depois disso vieram os “baixos”:

“Uma avaria na ventoinha fez o motor aquecer e partir.....Acabou assim a primeira corrida do fim de semana.”

A partir daí era preciso conseguir um outro motor.

“Conseguimos arranjar um outro motor para a segunda corrida no domingo, mas não era tão bom e portanto o carro estava com menos andamento e portanto pouco mais nos restou do que tentarmo-nos divertir e compensar o que não andamos no Sábado.”

O outro ponto alto foi uma questão muito mais emotiva, pois “fiquei muito contente por, pela primeira vez, ter corrido com o Bernardo e por ele ter revelado um andamento muito bom.”

Gonçalo Manahu vai regressar às pistas já no próximo fim de semana m Vila Real, aos comandos do Porsche 997 GT3.

g manahu portimao

“O carro não curvava”

Gonçalo Manahu terminou em quinto e quarto as duas corridas de Domingo, pontuáveis para o Campeonato de Portugal Open de Velocidade, disputadas no Circuito Vasco Sameiro.

“Parti bem e cheguei ao fim da recta da meta em segundo, mas o carro não curvava e fui perdendo.” Começa por recordar o piloto do Porsche 997 GT3.

A jornada de Domingo foi constituída por duas corridas, uma de 20 e uma de 40 minutos. Na primeira terminou em quinto e numa má escolha de pneus encontra a explicação para o resultado.

“O carro não curvava e passei o tempo todo a lutar para o manter em pista. Na segunda corrida as coisas foram um pouco melhores e consegui ser quarto. Acho que os pneus eram de uma mistura muito dura; acabei com piso suficiente para fazer mais uma prova e este circuito não é “meigo” para os pneus. Na segunda corrida (a de 40 minutos n.d.r.) as coisas não foram mais fáceis... passei 40 minutos a lutar contra o carro.” Rematou o portuense, que se prepara para a próxima prova, aos comandos de um Citroen C1.

G.Manahu.Braga Gonçalo Manahu (Porsche 997 GT3)

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