Rally Serras de Fafe - Domingo

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Pedro Meireles e Mário Castro abriram a época a vencer. Levaram o Skoda Fábia R5 à vitória no Rally Serras de Fafe, depois de uma prova plena de emotividade, marcada por um "golpe de teatro" na manhã de domingo, segundo dia de prova.

Ricardo Moura e António Costa (Ford Fiesta R5) dominaram a prova desde o primeiro momento, mas esta manhã, quando tinham uma vantagem que aparentemente lhes permitira controlar as três classificativas que faltavam, foram impedidos de ganhar, devido à ruptura de um braço de suspensão.

Na Produção a vitória foi para Ricardo Teodósio e José Teixeira (Mitsubishi Lancer EVO X) e Pedro Antunes e João Leonês (Peugeot 208) venceram as duas rodas motrizes.

O Rally Serras de Fafe foi organizado pelo DEMOPORTO e ficou marcado pela presença de largos milhares de espectadores, quer nas classificativas, quer na super-especial urbana de Fafe, que foi estreada no ano em que esta prova comemora 30 edições na Catedral do Ralis. 

Tempos e classificações disponíveis em:  cnr.cronobandeira.com 

 fafe meireles Pedro Meireles/Mário Castro (Skoda Fabia R5) - Foto de Zoom Motorsport

fafe fontes José Pedro Fontes/Inês Ponte (Citroen DS3 R5) - Foto de Zoom Motrosport

fafe antunes Pedro Antunes/João Leonês (Peugeot 208) - Foto de Zoom Motorsport

 

Luilhas 1

Ricardo Moura e António Costa (Ford Fiesta R5) entram bem no segundo dia. Voltam a vencer e dilatam a distância para a concorrência. O tempo em Luilhas 1 foi de 8m 36,00s, batendo Pedro Meireles e Mário Castro (Skoda Fabia R5), por 6,20s.

Miguel Barbosa e Miguel Ramalho (Skoda Fabia R5) entraram bem no segundo dia e assinaram o terceiro tempo, com a vantagem de um segundo exacto, sobre o Citroen DS3 R5 de José Pedro Fontes e Inês Ponte, que em termos de classificação geral estão no terceiro posto.

João Barros e Jorge Henriques (Ford Fiesta R5) fazem o quinto tempo e colocam-se na quinta posição da geral, com Miguel Barbosa e Miguel Ramalho nove décimas mais à frente.

Paulo Meireles e Marcos Gonçalves (Skoda Fabia R5) continuam num bom ritmo, fazem o sexto tempo à frente de Carlos Vieira e Jorge Carvalho.

Manuel Castro e Luís Costa, certamente ainda a adaptarem-se ao Hyundai i20 R5 rodam com mais 12 segundos do que os mais rápidos, fazem o oitavo tempo à frente dos líderes do Grupo N- Ricardo Teodósio e José Teixeira em Mitsubishi Lancer EVO X.

Os homens do Hyundai, em termos de classificação geral, estão na 20ª posição. Recorde-se que alinharam esta manhã em sistema de rali 2, ou seja: depois da desistência de ontem, partem para o segundo dia, com uma penalização de 14 minutos.

Diogo Salvi e Carlos Magalhães (Skoda Fabia R5) encerram o grupo dos dez da frente.

Pedro Antunes e João Leonês (Peugeot 208) continuam de pedra e cal na frente das duas rodas motrizes. São 12ºs da geral, têm Gil Antunes e Diogo Correia (Renault Clio RS R3T) a 1m 23,00s e parecem estar a controlar o andamento.

Na classificativa, a vitória nos 2RM foi para Daniel Nunes e Rui Raimundo.

Alexander Villanueva e Oscar Sanchez (Citroen DS3) estiveram parados no troço.

Hugo Lopes e Nuno Mota Ribeiro (Ford Fiesta R2) desistiram por avaria mecânica.

Paulo Neto e Vítor Hugo não chegaram ao primeiro controlo, o Citroen DS3 R3T Max parou no caminho.

Lameirinha 1

Miguel Barbosa e Miguel Ramalho perderam cinco minutos, parados no troço devido a um furo seguido de um toque ligeiro e caem para a oitava posição da geral.

Ricardo Moura e António Costa continuam a vencer e dilataram em mais 4,80s a vantagem sobre Pedro Meireles e Mário Castro.

Paulo Meireles e Marcos Gonçalves mantêm o ritmo forte e são os terceiros mais rápidos, à frente de José Pedro Fontes e Inês Ponte.

Marco Reis e Nuno Carvalhosa desistem, com a direcção do Skoda Fábia R2 partida.

Luílhas 2

Ricardo Moura e António Costa ficaram parados na ligação com problemas num braço de suspensão, que motivaram a desistência.

Pedro Meireles e Mário Castro são os mais rápidos. José Pedro Fontes e Inês Ponte somam mais 1,40s. Com Ricardo Moura fora da luta, acende-se o “conflito” pela primeira posição da prova. 18,40s separam agora os dois primeiros.

João Barros e Jorge Henriques fazem o terceiro tempo, a 4,60s dos mais rápidos, seguidos de  Carlos Vieira e Jorge Carvalho, Paulo Meireles e Marcos Gonçalves e de Miguel Barbosa e Miguel Ramalho, que resolvidos os problemas no Skoda, regressam ao andamento.  

Pepe Lopez e Borja Rosada anunciam a desistência. Recorde-se que alinharam esta manhã, em rali 2. O Peugeot 208 RT, não terá ficado completamente recuperado da má aterragem em Montim 1, ontem, que motivou a desistência no primeiro dia.

Ricardo Teodósio e José Teixeira fazem o sexto tempo, melhor Grupo N, e batem Manuel Castro e Luís Costa, por 2,30s.

fafe moura2 Ricardo Moura/António Costa (Ford Fiesta R5) - Foto de Zoom Motrosport  

Lameirinha 2

José Pedro Fontes e Inês Ponte venceram a classificativa, retiraram 6,80s ao tempo da primeira passagem e ganharam 2,60 segundos a Pedro Meireles e Mário Castro, que mantêm a liderança na geral, com 15,80s de vantagem sobre a equipa do Citroen.

João Barros e Jorge Henriques assinaram o terceiro tempo.

Luílhas 3

Pedro Meireles e Mário Castro voltaram a assinar o melhor tempo e asseguraram a vitória.

José Pedro Fontes e Inês Ponte furaram e perderam cerca de 40 segundos, o que não lhes retirou a segunda posição, pois terminaram a prova, com os seus adversários directos a 14,80s.

João Barros e Jorge Henriques fizeram terceiro tempo na classificativa, atrás de Miguel Barbosa e Miguel Ramalho, mas em termos de classificação geral conquistaram o lugar mais baixo do pódio.

Carlos Vieira e Jorge Carvalho tiveram um furo, pararam para mudar a roda e quando tentaram retomar o andamento, o Citroen DS3 R5 pura e simplesmente não pegou. 

A ultima classificativa do rali serviu ainda para confirmar as vitórias de Ricardo Teodósio e José Teixeira na Produção e de Pedro Antunes e João Leonês nas duas rodas motrizes.

 Dizem os vencedores...

PEDRO MEIRELES – Vencedor à Geral

“Foi muito bom começar o ano com o pé direito a vencer” .

“Acho que eu e o Ricardo ontem estávamos com mais ritmo do que os outros adversários, mas infelizmente tivemos um problema que nos afastou bastante da liderança”. 

“Entretanto rapidamente recuperamos o segundo lugar e hoje partimos focados em conquistar o primeiro lugar. Foi o que fizemos!”

“Como se sabe, trinta segundos em Fafe são uma enormidade. O Ricardo teve o problema que teve e nós aproveitamos”.

“Estou satisfeito com o nível de competitividade que demonstramos no rali”.

RICARDO TEODÓSIO – Vencedor Produção

“Fizemos sempre o rali da mesma forma. Só no último troço, em três ou quatro pontos é que aliviamos um pouco. Andamos sempre o mais que pudemos e o carro portou-se cinco estrelas. O carro como é um Grupo N, é muito pesado e claro que podia andar um pouco mais, se fosse em R4 ficava bastante mais leve, com menos cerca de oitenta quilos, mas estamos muito felizes com o nosso resultado”.

“A equipa, os nossos patrocinadores e toda a gente que nos acompanha estão de parabéns”.

PEDRO ANTUNES – Vencedor Duas Rodas Motrizes

“No primeiro dia estávamos com bom ritmo. Conseguimos ganhar alguma vantagem sobre os nossos adversários mais directos”.

“ Hoje foi mais calmo, apesar de termos furado logo no primeiro troço. Tivemos um furo e a partir daí tivemos que seguir mais cautelosos porque já não tínhamos rodas suplentes. Penso que seguimos com qualidade até ao fim!”.

Taça FPAK de Ralis de Terra

Tal como na prova principal, também na Taça assistimos a um "golpe de teatro", que fez com que os previsíveis segundos, ou terceiros, fossem vencedores.

José Merceano e Francisco Pereira (Mitsubishi Lancer EVO VII), eram do trio da frente aqueles que piores argumentos tinham para lutar pela vitória, no entanto ganharam a prova.

Ricardo e Carlos Matos (Mitsubishi Lancer EVO X) tinham terminado o primeiro dia na segunda posição, a 30 segundos de Fernando Peres e José Pedro Silva (Mitsubishi Lancer EVO X), mas ficavam de fora logo no início da manhã e não completavam uma única classificativa.

Fernando Peres e José Pedro Silva estavam “folgados” na frente com 2m 23,10s de vantagem sobre Merceano e Pereira. Mas também eles não tiveram a sorte pelo seu lado e na primeira passagem por Lameirinha ficavam apeados com problemas mecânicos.

José Merceano e Francisco Pereira ficavam na frente da prova, com uma vantagem de 3m 41,60 sobre os segundos classificados, que eram também os líderes das duas motrizes.

Falamos de António Oliveira e Luís Boiça (Peugeot 205 GTi), que desde Sábado travavam uma luta pelas duas rodas motrizes, com Paulo Correia e Pedro Lopes (Peugeot 206). Na chegada a Fafe, os homens do 205 dilatavam a vantagem para 2m 00,80s e asseguravam o segundo lugar do pódio e a vitória nas duas rodas motrizes.

O grupo dos cinco da frente ficou completo com Márcio e Patrícia Pereira (BMW E30 355 Ix) e Bruno Almeida e Leandro Silva (Peugeot 206 GTi).

Regional

Depois das duas passagens pela super especial urbana nocturna de Fafe, o Regional regressou à estrada esta manhã, para fazer as passagens por Luílhas, três passagens, e Lameirinha, duas passagens, como as restantes competições.

Rui Guedes e Vítor Pereira (BMW E30) venceram com uma vantagem confortável de 6m 58,40s sobre João Andrade e Ricardo Cartuxo (BMW 328). No terceiro posto, a 7m 23,40 dos vencedores, terminaram Orlando Lopes e Jorge Marques (Peugeot 206 GTi). 

 

 

 

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Rally Serras de Fafe - Sábado

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O Rally Serras de Fafe abriu o Campeonato Nacional de Ralis e Ricardo Moura e António Costa entraram com o pé direito. Lideraram o primeiro dia, que ficou marcado pela realização da Fafe Street Stage, prova que trouxe os ralis ao centro da cidade e que foi assistida por largos milhares de pessoas.

O DEMOPORTO  organiza a prova que este ano soma as 30 edições sempre com Fafe como palco e que termina amanhã, domingo.

Tempos e classificações em: http://cnr.cronobandeira.com/ 

fafe moura Ricardo Moura/António Costa (Ford Fiesta R5) - Fotode Zoom Motorsport

miguel barbosa Miguel Barbosa/Miguel Ramalho (Skoda Fábia R5) - Foto de Aifa

fafe meireles sabado Pedro Meireles/Mário Castro (Skoda Fabia R5) - Foto de Zoom Motorsport 

Montim 1

Ricardo Moura e António Costa (Ford Fiesta R5) foram os mais rápidos na primeira passagem por Montim, prova especial de classificação que abriu o Campeonato Nacional de Ralis 2017. Os 8,66Kms da classificativa foram cumpridos em 6m 18,60segundos.

A principal oposição foi protagonizada por Pedro Meireles e Mário Castro (Skoda Fábia R5) a 3,9 segundos, à frente de João Barros e Jorge Henriques (Ford Fiesta R5), que fizeram mais 4,7 segundos do que os primeiros.

A dupla Campeã Nacional em Título, José Pedro Fontes e Inês Ponte (Citroen DS3 R5) não foi além do quarto tempo, com 6m 24,60s, a seis segundos exactos dos líderes.

Ricardo Teodósio e José Teixeira (Mitsubishi Lancer EVO X) fizeram o décimo tempo, 6m 42,00s  e foram os melhores do grupo N.

Nas duas rodas motrizes Pedro Antunes e João Leonês (Peugeot 208) foram os mais rápidos, com o tempo de 8m 58,60s, deixando os seus principais adversários, Daniel Nunes e Rui Raimundo (Peugeot 208) a 5,60 segundos.

Os espanhóis Pepe Lopez e Borja Rosada desistiram, depois de destruírem o radiador do Peugeot 208 no salto.

Confurco 1

Ricardo Moura e António Costa viram a distância para os segundos classificados ficar apenas em uma décima de segundo. Pedro Meireles e Mário Castro venceram a classificativa, com o tempo de 7m 14,20s.

José Pedro Fontes e Inês Ponte foram os terceiros melhores, à frente de Miguel Barbosa e Miguel Ramalho (Skoda Fábia R5).

O DS3 de Fontes e Ponte tinha indícios de um toque na traseira a chegou ao fim sem o vidro lateral direito."um vidro que se descolou, problemas normais dos ralis", disse Fontes, que se queixou que esta falta o desconcentrou.

João Barros e João Henriques terminaram a classificativa com a quinta melhor marca.

Alexander Villanueva e Oscar Sanchez desistiram com problemas mecânicos no Citroen DS3 R5.

Furo na roda dianteira direita no Ford Fiesta R5 de Gustavo Espiñel e Yeray Eugénio.

Ricardo Teodósio e José Teixeira (Mitsubishi  Lancer EVO X) queixavam-se de que o piso estava muito escorregadio e perdiam a liderança do Grupo N para Carlos Martins e Daniel Amaral (Mitsubishi Lancer EVO X) por 6,90s.

Montim 2

Ricardo Moura e António Costa voltaram a assinar o melhor, com 6m14,20s e ganharam algum tempo aos segundos, Pedro Meireles e Mário Castro. A distância temporal entre os dois primeiros é agora de 1,70 segundos.

Paulo Meireles e Marcos Gonçalves (Skoda Fabia R5) provam que “quem sabe não esquece” e fazem a terceira melhor marca no troço, a 5,30s dos primeiros.

Elias Barros e Paulo Babo desistem depois de um capotanço do Ford Fiesta R5.

Confurco 2  

Ricardo Moura e António Costa voltam a ser os mais rápidos. Assinam o tempo de 7m 21,10s e consolidam a primeira posição. Têm agora 20,90s de vantagem sobre os principais adversários.

José Pedro Fontes e Inês Ponte são segundos na classificativa e na classificação geral. Pedro Meireles e Mário Castro, que lutavam pelo segundo posto, viram o motor do Skoda perder rendimento e afundaram-se na classificação. Sétimo tempo no troço, sexto à geral após a 4ª PEC.

Paulo Meireles e Marcos Gonçalves continuam ao ataque, assinam mais um terceiro tempo, a 12,70s de Moura e Costa.

Miguel Barbosa e Miguel Ramalho (Skoda Fábia R5) deram um toque no início do troço, o que poderá explicar os cerca de 22 segundos perdidos entre esta passagem e a anterior.

Carlos Vieira e Jorge Carvalho chegaram ao fim da classificativa com a frente do Citroen bastante danificada do lado esquerdo.

Ricardo Teodósio e José Teixeira regressaram à liderança do Grupo N, mas completamente empatados em tempo com Carlos Martins e Daniel Amaral. Ambas as equipas em Mitsubishi Lancer EVO X.

Nas duas rodas motrizes Pedro Antunes e João Leonês lideram, com 15,90s de vantagem sobre Daniel Nunes e Rui Raimundo.

 Montim 3

Pedro Meireles e Mário Castro parecem ter resolvido os problemas do motor do Ford Fiesta e venceram a terceira passagem por Montim. Fizeram 6m 21,20s e bateram José Pedro Fontes e Inês Ponte por 4,30s.

Ricardo Moura e António Costa fizeram o terceiro tempo, com mais 2,20s que Fontes e mantêm a primeira posição do rali, agora com 18,70s a menos que a equipa do Citroen.

Carlos Vieira e Jorge Carvalho recuperaram o DS3, do toque na classificativa anterior e fizeram o quarto tempo nesta.

Mantém-se uma luta sem quartel entre os homens dos Mitsubishi. Carlos Martins e Daniel Amaral passaram para a frente, com uma vantagem de 1,50s sobre Ricardo Teodósio e José Teixeira.

Pedro Antunes e João Leonês ficam um pouco mais descansados na frente das duas rodas motrizes, após a desistência de Daniel Nunes e Rui Raimundo, motivada pela perda de uma roda do Peugeot. 

Confurco 3

Pedro Meireles e Mário Castro mantêm a toada de ataque e ganham a classificativa, com 7m 29,20s são três décimas mais rápidos do que Ricardo Moura e António Costa, que mantêm a liderança da classificação geral.

José Pedro Fontes e Inês Ponte são 5,5s mais lentos e perdem a vice-liderança para Pedro Meireles. 

Na Produção mantém-se tudo ao rubro e Ricardo Teodósio e José Teixeira responderam aos ataques de Carlos Martins e Daniel Amaral. Passaram para a frente e têm agora uma vantagem de 12,50s.

Dizem os primeiros

Ricardo Moura

"Arrancamos do ponto de vista desportivo com o pé direito, desde o início na liderança do rali."

"Vamos tentar continuar neste ritmo… nos troços de noite tivemos um problema, que nos complicou um bocadinho a vida, que foram os faróis de longo alcance, que se desligavam. No caso de Montim desligaram-se mais ou menos a meio da classificativa, no Confurco menos mal, foi só no último quilómetro e meio, dois. Nas travagens, com as transferências de massa, ficamos com pouca visibilidade, mas acabou por correr bem… Há problemas muito mais graves do que isso."

"Vamos tentar fazer o nosso melhor e amanhã, digo que isto ainda vai a meio e está tudo muito em aberto."

Pedro Meireles

 “O rali arrancou bem, mas tivemos problemas a meio da competição. Entramos com força, mas com cautela e fomos ganhando ritmo."

"Estávamos numa acesa disputa pela liderança com o Ricardo Moura, mas na quarta classificativa o tubo do intercoolor soltou-se, o que nos fez perder cerca de 30 segundos. Foi um azar que nos aconteceu."

"No fim da classificativa reparamos o tubo e as últimas duas provas já correram melhor. Ganhamos as provas, mas já estamos muito distantes do primeiro lugar."

"Recuperamos o segundo lugar nestas duas últimas classificativas, mas não era esse o nosso objetivo. Estávamos a lutar pelo primeiro lugar. Foi um azar, mas vamos continuar a lutar até ao fim!”

José Pedro Fontes

“O balanço é positivo! Estamos no pódio. Tanto o Ricardo Moura como o Pedro Meireles estão com um andamento muito forte, mas estamos a tentar acompanhar o máximo possível.

Temos esperança que amanhã os pisos se degradem menos e que possamos estar mais fortes nos troços!”

Fafe Street Stage

A duas passagens pelas ruas de Fafe permitiram que Ricardo Moure e António Costa consolidassem a posição de líderes da prova, fechando as contas do dia com o tempo total de 44m 30,30s depois de vencerem as duas especiais, com uma diferença para os principais adversários de 3,4s na primeira, e 3,6 na segunda passagem.

Pedro Meireles e Mário Castro, depois de solucionarem o problema do tubo do turbo que saltou, mantiveram uma toada rápida, que lhes permitiu terminar o primeiro dia a 31, 30s dos líderes.

José Pedro Fontes e Inês Ponte estão agora a 34,80s dos líderes, com Meireles e Castro apenas 3,5s na frente, quando ainda faltam disputar as cinco classificativas de amanhã.

João Barros e Jorge Henriques, na segunda passagem da Fafe Street Stage foram segundos, numa luta muito cerrada, em que apenas Ricardo Moura esteve inatingível. No fim do dia Barros e Henriques são quartos classificados.

Miguel Barbosa e Miguel Ramalho tiveram na primeira passagem da Super-especial Fafense o melhor resultado do dia. Foram segundos e fecharam as contas com o quinto posto.

Na Produção Ricardo Teodósio e José Teixeira, estão mais descansados.  Carlos Martins e Daniel Amaral tiveram que abandonar com problemas de sobreaquecimento no motor do Mitsubishi.  A oposição a Teodósio e Teixeira é agora protagonizada por Vítor Ribeiro e Pedro Alves (Mitsubishi Lancer EVO IX), que estão a 2m 04,20s.

Pedro Antunes e João Leonês mantêm-se na frente das duas rodas motrizes, agora com Paulo Neto e Vítor Hugo (Citroen DS3 R3T Max) a 1m 25,40s. Gil Antunes e Diogo Correia são os terceiros desta luta.

As duas passagens pela classificativa urbana de Fafe encerraram o primeiro dia de competição, com chave de ouro, num espectáculo que atraiu largos milhares de espectadores ao centro da cidade.

Taça de Ralis de FPAK de Terra

Os homens dos Mitsubishi Lancer conquistaram naturalmente o pódio no final do primeiro dia de competição após as passagens triplas pelos troços de Montim, Confurco e pela super-especial urbana de Fafe.

À frente, Fernando Peres e José Pedro Silva (Mitsubishi Lancer EVO IX) que somaram 49m 48,60s, menos 30,10s que os vice-líderes Ricardo e Carlos Matos (Mitsubishi Lancer EVO IX), que até entraram bem, a vencer a primeira passagem por Montim, mas depois só deu Peres, em termos de vitórias em classificativas.

José Merceano e Francisco Pereira com um bem menos evoluído EVO IIV encerraram o grupo dos três da frente.

António Oliveira e Luís Boiça levaram o Peugeot 205 GTI ao quarto posto da geral, primeiro entre os duas rodas motrizes, depois de uma luta bem acesa com Paulo Correia e Pedro Lopes (Peugeot 206), que fecharam o grupo dos cinco da frente.

Regional

Para abrir, os concorrentes do Regional fizeram uma dupla passagem pela Fafe Street Stage, que foi vencida por Rui Guedes e Vitor Pereira (BMW E30). Com o tempo de 3m 59,70s, bateram João Andrade e Ricardo Cartuxo (BMW 328), por 9,10s. O terceiro posto provisório é posse de António Alves e Marco Campos (Mitsubishi EVO).

Amanhã , Domingo, vão ser disputadas cinco classificativas, com tripla passagem por Luílhas e duas por Lameirinha. 

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Reconhecimentos prometem sucesso

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O Rally Serras de Fafe vai para a estrada já no próximo fim-de-semana, de 18 e 19 de Fevereiro. Como habitualmente, ao longo das 30 edições até agora disputadas, os reconhecimentos de sábado passado, serviram para ser uma primeira ideia, do que poderá vir a ser a prova e o sucesso tem já meio caminho andado.

O Rally Serras de Fafe é um caso excepcional, que reúne um lote de condições únicas:

Antes de mais realiza-se há 30 anos no mesmo local de sempre, Fafe, um município que encontra nos ralis uma marca de diferenciação e dessa forma se comunica aquém e além fronteiras.

Locais como Lameirinha, Confurco ou Luílhas fazem parte do vocabulário dos amantes do desporto motorizado em todo o mundo e por isso, estas classificativas ganham toda uma mística especial, tornando-se mais apetecíveis para os participantes. As classificativas do Rally Serras de Fafe são uma espécie de antevisão do Mundial.

Por outro lado, foi em Fafe que há 30 anos se iniciaram os reconhecimentos com as classificativas fechadas, o que permitia e permite reconhecer as provas com maior nível de segurança e de uma forma mais eficiente.

Este ano o Rally Serras de Fafe pontua para o Troféu Europeu de Ralis, Troféu Ibérico de Ralis e, claro, para o Campeonato Nacional de Ralis e Taça de Ralis FPAK de Terra.

Por tudo isto, não é de estranhar que no passado fim-de-semana mais de meia centena de equipas tenham passado pelas classificativas de Montim, Confurco, Lameirinha e Luílhas, para prepararem a primeira prova do Campeonato Nacional de Ralis.

Dizem os pilotos

Ricardo Moura – Vencedor em 2015

 Vamos tentar fazer aqui um bom início de época desportiva, de forma a chegarmos ao Sata Rali Açores com um bom ritmo e representarmos, na catedral dos Ralis em Portugal, de uma forma digna os Açores enquanto região que apoia o desporto e enquanto região moderna.

Pedro Meireles – Vencedor em 2014

É um rali que toda a gente gosta de fazer. Esta é a prova de abertura do Nacional de Ralis, acho que está toda a gente com uma vontade enorme de voltar à estrada. Portanto, com o lote de pilotos que estão inscritos, acho que se pode antever um excelente rali, uma prova de grande nível.

Fernando Peres – Vencedor em 2005, 2003, 1997, 1996, 1995, 1994

É um rali que tem o nome feito e este ano o campeonato vai começar com este rali, já o fiz várias versões aqui, para um lado e para o outro. Tive oportunidade de o ganhar por seis vezes e é um rali em que estamos muito contentes por participar. É sempre uma belíssima prova, os pisos são muito bons, portanto estamos sempre muito contes por estar à partida.

Programa da prova

1ª Etapa – 1ª Secção
14H30 Partida Praça das Comunidades – Feira
14H30 Assistência Praça das Comunidades – Feira
15H07 PEC 1 Montim 1 – 8,66 km
15H36 PEC 2 Confurco 1 – 11,18 km
16H11 Fafe Street 1º Reconhecimento
16H19 Fafe Street 2º Reconhecimento
16H46 PEC 3 Montim 2 – 8,66 km
17H15 PEC 4 Confurco 2 – 11,18 km
18H28 PEC 5 Montim 3 – 8,66 km
18H57 PEC 6 Confurco 3 – 11,18 km
19H37 Reagrupamento Praça das Comunidades
20H46 Assistência Praça das Comunidades - Feira
21H30 PEC 7A SE Fafe Street
21H30 PEC 7B SE Fafe Street
21H53 Assistência Praça das Comunidades - Feira
22H50 Parque Fechado Parque da Biblioteca
1ª Etapa – 2ª Secção
08H30 Partida Praça das Comunidades – Feira
08H33 Assistência Praça das Comunidades – Feira
09H16 PEC 8 Luilhas 1 – 11,91 km
10H04 PEC 9 Lameirinha 1 – 14,51 km
10H42 PEC 10 Luilhas 2 – 11,91 km
11H30 PEC 11 Lameirinha 2 – 14,51 km
12H08 PEC 12 Luilhas 3 – 11,91 km
12H54 Assistência Praça das Comunidades - Feira
13H10 Pódio/Parque Fechado Praça 25 de Abril/Avª 5 de Outubro

No total vão ser disputados 356,98 Km´s de prova, sendo 127,91 Km´s distribuídos pelas 12 Provas Especiais de Classificação.

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O “prólogo” do CNR é já no dia 11

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Manda a tradição que uma semana antes do Rally Serras de Fafe se realizem os reconhecimentos com os troços fechados ao trânsito.

Fafe é um município pioneiro, no que à promoção dos ralis diz respeito. Por isso, há trinta anos que recebe, ininterruptamente, uma prova do Campeonato Nacional de Ralis. Os reconhecimentos com troços fechados ao trânsito foram também, pela primeira vez, aqui realizados.

Por isso, a uma semana da abertura do Nacional de Ralis, cumpre-se mais uma vez a tradição e sendo a primeira prova do ano, os reconhecimentos do próximo Sábado, afirmam-se como uma espécie de antevisão da época que se avizinha.

Os reconhecimentos começam às 9.00 e terminam às 10,15 horas em Montim, seguindo-se Confurco das 10,30 às 12.00h, com a sempre espectacular passagem do asfalto e nos clássicos saltos. Este cenário vai-se repetir das 14.00 às 16.00h com os reconhecimentos da Lameirinha, seguindo-se Luílhas, que se inicia às 16,30 e termina às 18,00 horas.

Uma das novidades é a realização da Fafe Street Stage, com os reconhecimentos a acontecerem no dia 18, primeiro dia de prova.

Outra das novidades do Rally Serras de Fafe é o facto de pontuar para o Troféu Europeu de Ralis, Troféu Ibérico de Ralis e, claro, para o Campeonato Nacional de Ralis e Taça de Ralis FPAK de Terra. A prova vai para a estrada no próximo Sábado, dia 18 de Fevereiro.

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Rally Serras de Fafe 2017

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O Rally Serras de Fafe vai ser disputado em 18 e 19 de Fevereiro. Volta a abrir o Campeonato Nacional de Ralis e pontua igualmente para Troféu Europeu de Ralis, Troféu Ibérico de Ralis, Taça de Ralis FPAK Terra.

Vai ser constituído por 12 provas especiais de classificação e tem partida e chegada em Fafe, que há 30 anos acolhe esta prova.

O Rally Serras de Fafe, primeira prova do Campeonato Nacional de Ralis 2017, foi no fim desta manhã (terça-feira, 31 de Janeiro), apresentado no Arquivo Municipal de Fafe.

Há 30 anos

Desde 1987 que Fafe recebe ininterruptamente uma prova do Campeonato Nacional de Ralis. Primeiro com organização da Secção Automóvel do Futebol Clube do Porto e a partir de 2009 com o Clube de Desportos Motorizados do Porto – DEMOPORTO.

Esta ligação de 30 anos, só é possível graças às condições excepcionais que os desportos motorizados, com os ralis em particular, encontram neste concelho, que faz deste desporto marca de diferenciação, apoiando claramente a modalidade.

Graças a este apoio foi possível inovar. Foi em Fafe que pela primeira vez se realizaram reconhecimentos com troços fechados no fim-de-semana anterior à prova. Foi igualmente nesta prova, que se iniciou a tradição das classificativas nocturnas, das super-especiais e não podemos esquecer que é em Fafe que são disputadas as mais famosas classificativas do Campeonato do Mundo de Ralis.

Hoje

O Rally Serras de Fafe pontua para Troféu Europeu de Ralis, Troféu Ibérico de Ralis, Taça de Ralis FPAK Terra e, claro, para o Campeonato Nacional de Ralis.

Mantendo a tradição de criar algo de novo em cada edição, este ano, um ano especial de 30º aniversário, vai ser realizada a Fafe Street Stage, no centro de Fafe no Sábado ao fim da tarde, que certamente vai ser mais um grande sucesso em termos de público, como foi nas edições passadas a especial nocturna do Confurco.

As inscrições estão ainda abertas, mas é de prever que novamente o Rally Serras de Fafe tenha uma lista de inscritos de luxo. Neste momento é já possível confirmar as presenças dos principais pilotos do Campeonato Nacional de Ralis, assim como contamos também que os pilotos estrangeiros, nomeadamente espanhóis que nos contactaram, confirmem a presença.

30º aniversário

Para comemorar as 30 edições de Campeonato Nacional de Ralis em Fafe, o DEMOPORTO vai promover uma serie de acções especiais, entre as quais se destaca a realização de uma encontro dos pilotos e navegadores que venceram a prova. Esta acção vai decorrer no Sábado, dia 11 de Fevereiro, em Fafe.

Programa e horário

Os reconhecimentos com classificativas fechadas vão decorrer no Sábado, dia 11 de Fevereiro, entre as 09.00 e as 18.00 horas. Os concorrentes estrangeiros, mas só estes, vão poder reconhecer os troços na quinta-feira, dia 16 de Fevereiro.

Lagoa vai ser o palco do teste de sexta-feira, entre as 09.30 e as 12.00 horas.

O Rally Serras de Fafe vai para a estrada no Sábado, dia 18 de Fevereiro, quando é disputada a primeira secção, sendo a segunda disputada no Domingo, dia 19.

1ª Etapa – 1ª Secção
14H30 Partida Praça das Comunidades – Feira
14H30 Assistência Praça das Comunidades – Feira
15H07 PEC 1 Montim 1 – 8,66 km
15H36 PEC 2 Confurco 1 – 11,18 km
16H11 Fafe Street 1º Reconhecimento
16H19 Fafe Street 2º Reconhecimento
16H46 PEC 3 Montim 2 – 8,66 km
17H15 PEC 4 Confurco 2 – 11,18 km
18H28 PEC 5 Montim 3 – 8,66 km
18H57 PEC 6 Confurco 3 – 11,18 km
19H37 Reagrupamento Praça das Comunidades
20H46 Assistência Praça das Comunidades - Feira
21H30 PEC 7A SE Fafe Street
21H30 PEC 7B SE Fafe Street
21H53 Assistência Praça das Comunidades - Feira
22H50 Parque Fechado Parque da Biblioteca
1ª Etapa – 2ª Secção
08H30 Partida Praça das Comunidades – Feira
08H33 Assistência Praça das Comunidades – Feira
09H16 PEC 8 Luilhas 1 – 11,91 km
10H04 PEC 9 Lameirinha 1 – 14,51 km
10H42 PEC 10 Luilhas 2 – 11,91 km
11H30 PEC 11 Lameirinha 2 – 14,51 km
12H08 PEC 12 Luilhas 3 – 11,91 km
12H54 Assistência Praça das Comunidades - Feira
13H10 Pódio/Parque Fechado Praça 25 de Abril/Avª 5 de Outubro

No total vão ser disputados 356,98 Km´s de prova, sendo 127,91 Km´s distribuídos pelas 12 Provas especiais de Classificação.

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O Presidente da Câmara Municipal de Fafe - Dr. Raúl Cunha

"Na Nova Zelândia, alguém que se interesse por automóveis e por ralis, conhece Fafe e isto só acontece porque temos tido uma aposta forte no turismo."

"Aproveitamos as condições que temos, apostamos no o que é diferente e dai esta ligação de Fafe aos ralis ser um ex-librias da nossa terra."

"O Município continuará a acarinhar o desporto automóvel e é um prazer termos ralis em Fafe."

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O Presidente da FPAK - Manuel Mello Breyner

"Antes de mais quero agradecer ao município de Fafe o carinho com que encara o desporto automóvel. Esta região é já uma catedral dos ralis e isso só acontece graças ao apoio deste município."

"Esta prova é a primeira do ano, pelo que se reveste de especial importância para o campeonato. Resta-me dar os parabéns ao DEMOPORTO pela prova e pelo aniversário."

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O Presidente do DEMOPORTO - Carlos Cruz

"Quando há 30 anos contactei a Câmara Municipal de Fafe para aqui realizar um rali, encontrei um executivo aberto e interessado, que muito facilmente entendeu as potencialidades que este desporto representa, para um concelho que se quer comunicar e diferenciar em termos de promoção desportiva."

"Trinta anos volvidos, vários executivos passados e, sempre, uma única atitude: os ralis são encarados como uma marca do concelho, as classificativas são uma activo ímpar que o município explora e daí retira os devidos dividendos. Pela forma como as provas são apoiadas, pelo empenho em bem receber, o meu agradecimento a Fafe e o meu muito obrigado aos presidentes que lideraram o município ao longo dos últimos 30 anos, que aqui entrego, na pessoa do Dr. Raúl Cunha. No que ao DEMOPORTO diz respeito, estamos empenhados em organizar ralis em Fafe, por mais trinta anos."

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rali serras de fafe 02 José Pedro Fontes/Inês Ponte (Citroen DS3 R5) vencedores doa Rally Serras de Fafe 2016 e equipa Campeã Nacional de Ralis 2016.

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