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Decisão só após a última Especial

A super-especial de Cabeceiras de Basto, quinta e última prova do Rali de Cabeceiras de Basto decidiu a prova, que ficou marcada por condições atmosféricas adversas. Alfredo Barros e Paulo Silva, em Ford Fiesta R5, foram os vencedores da prova organizada pelo DEMOPORTO.

Os carros de tracção integral, que normalmente teriam vantagem nos pisos de terra, ganharam ainda mais distância para os “duas rodas motrizes”, graças à chuva que se fez sentir.

Os R5´s dominaram e António Dias e Daniel Pereira (Skoda Fabia R5) terminaram a primeira secção na frente, com uma vantagem que lhes permitia encarar com alguma tranquilidade as segundas passagens pelas classificativas de Veiga e de Busteliberne.

Alfredo Barros e Paulo Silva (Ford Fiesta R5) começaram com o pé direito, mas a segunda classificativa era madrasta. O parabrizas do Fiesta embaciava e perdiam 1m 31s, que os atiravam para o segundo posto no final da primeira secção.

Luís Mota e Alexandre Ramos (Mitsubishi Lancer EVO VI) cediam 1m 46,6s para os líderes e encerravam o pódium provisório.

Rui Dias e André Bastos (Citroen C2 R2) eram quartos e melhores duas rodas motrizes, com 1m 04,1s de vantagem sobre os adversários.

Do lado do azar, Aloísio Monteiro e André Couceiro eram penalizados em dez segundos, logo no momento da partida pois problemas em colocar o Subaru Impresa em funcionamento faziam-no entrar no minuto seguinte. Depois, os problemas repetiram-se e terminavam a primeira passagem no oitavo posto.

Herculano Moura e João Magalhães ficavam parados com problemas de alimentação no Peugeot 206 GTI e João Andrade e Vítor Costa (BMW E36) desistiam com problemas de embraiagem.

Na segunda passagem por Veiga, Alfredo Barros e Paulo Silva atacaram forte, enquanto António Dias e Daniel Pereira cediam 21 segundos, do minuto e 27 ganhos nas duas passagens anteriores. A Vantagem era confortável, mas mesmo assim os homens do Skoda ganharam a classificativa seguinte e chegaram a Cabeceiras na frente, com 1m 09,8 de vantagem.

Nas duas rodas motrizes, Rui Dias e André Bastos terminaram a secção na frente, apesar dos esforços de Helder Miranda e Rui Teixeira, também em Citroen C2 R2, que conquistaram segundos preciosos, mas que não chegaram para contrariar a vantagem conseguida na primeira secção.

Faltava a Super-especial de Cabeceiras de Basto e os 1600 metros do último troço acabaram por ser decisivos para a classificação final. António Dias e Daniel Pereira tiveram um erro de percurso, que lhes valia uma penalização de três minutos. Dessa forma caiam para o segundo posto, perdendo uma vitória quase certa.

Rui Dias e André Bastos faziam uma prova “limpa” e ganhavam o terceiro posto da geral, pois Luís Mota e Alexandre Ramos, também tinham um erro na última classificativa e os três minutos de penalização faziam “mossa”, atirando-os para o quarto posto da geral. Os homens do Citroen C2, Dias e Bastos, eram também os vencedores das duas rodas motrizes e do Grupo P2. Aos homens do Mitsubishi Lancer EVO VI, restava o consolo de ganharem o Grupo P3.

Miguel Teixeira e Hugo Pereira (BMW E30) ganhavamo grupo X2 e Jorge Pinto e João Magalhães (VINNT) ganhavam entre os X3.